A PÁGINA DE ÂNGELO NOVO

 
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 Angelo Novo

 

Nasce na cidade da Beira, na ex-"província ultramarina" de Moçambique, a 17 de Abril de 1961, filho de pais portugueses aí emigrados.

Vive em Portugal desde 1968, sempre no concelho de Vila Nova de Gaia.

Instrução primária concluída na Escola das Devesas, na freguesia de Santa Marinha.

Frequenta a antiga Escola Preparatória Teixeira Lopes, na freguesia de Mafamude, num velho solar já demolido.

Com início em 1973, frequenta o então denominado Liceu Nacional de Vila Nova de Gaia. É um aluno desleixado, com problemas disciplinares ligeiros. Consome drogas leves e ouve rock progressivo.

Ainda adolescente, saúda entusiasticamante a revolução de Abril e confraterniza com populares e soldados sublevados no Quartel da Serra do Pilar, em outubro de 1975.

Em 7 de Julho de 1977 é detido por fumar cannabis e passa uma noite no Aljube de Santa Clara, no Porto.

Próximo do anarquismo.

No ano lectivo de 1977/78, conclui o curso complementar dos liceus (disciplinas nucleares História e Filosofia) com treze valores.

Adquire experiência em associativismo estudantil e animação cultural (jogos florais, torneios de xadrez, pequenos títulos de imprensa).

Conclui o Ano Propedêutico de acesso ao Ensino Superior, no ano lectivo de 1978/79. Primeiras experiências amorosas.

Participa nas atividades da Secção de Cinema Amador do Cineclube do Porto.

É um leitor incansável de romances, novelas e poesia, sendo bastante influenciado pelo existencialismo de Sartre, mas sobretudo de Camus.

No ano lectivo de 1979/80 matricula-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Após o mês de chegada, deixou por completo de frequentar as aulas.

Participa em 1980 na ocupação do Instituto Jurídico, à Via Latina, no âmbito de uma luta estudantil algo fútil mas que terminaria bem sucedida.

É eleito, em anos sucessivos, membro da Assembleia de Representantes da Faculdade de Direito, pelo corpo dos discentes, participando aí em debates vivos (e algumas altercações memoráveis) sobre a vida académica, com professores e outros alunos.

Fez também parte do Conselho Pedagógico da mesma Faculdade de Direito, eleito pelos alunos.

Ganha larga experiência na condução de lutas estudantis e na negociação de conflitos académicos, em especial pelo papel de representante eleito pelos alunos nas comissões de curso que integrou.

Começa a ler Marx, aproximando-se da esquerda socialista auto-gestionária e do reformismo estrutural de André Gorz.

Organiza e edita alguns títulos efémeros de imprensa estudantil.

É admitido como membro e reside, durante todo o período letivo, na Real República dos Pyn-güyns, em Coimbra, tendo aí como companheiros Eduardo Faria, Severo de Melo, Elmiro de Sousa, entre muitos outros. Nos "centenários", por lá apareciam antigos repúblicos como Alberto Martins, Rui Namorado e Décio Sousa (veteranos da crise académica de 1969), bem como amigos de sempre da casa como o Professor Orlando de Carvalho.

Participou em diversas ações associativas das repúblicas estudantis de Coimbra, bem como na sua defesa contra a ameaça de despejo que sobre elas então pendia.

Desenvolve actividade associativa no Grupo Ecológico da Associação Académica de Coimbra (A.A.C.). Nesse âmbito colaborou na organização de diversas ações públicas, exposições e publicações de sensibilização para temas de defesa ambiental e economia sustentável. Lê Murray Bookchin.

Foi também associado no Centro de Estudos Cinematográficos da A.A.C.. Aí integrado, participou na organização de diversos ciclos de cinema e cursos de cultura cinematográfica.

Foi várias vezes candidato aos corpos gerentes e uma vez à presidência da Associação Académica de Coimbra (A.A.C.), sempre sem sucesso, pois que estes anos foram de hegemonia da direita no movimento associativo estudantil coimbrão.

Muitas noitadas no bar "Clepsidra", junto à base das escadarias gerais.

Entre 1982 e 1985 é Secretário da Redação da revista cultural marxista (ou neo-realista) 'Vértice', então ainda sediada em Coimbra. Aí teve como colegas e colaboradores próximos Joaquim Gomes Canotilho, António Avelãs Nunes, Vital Moreira, Jorge Leite, Aníbal Almeida, Maria Manuel Leitão Marques, Guilherme Figueiredo, Abílio Hernandez Cardoso, José Oliveira Barata, Cristóvão Aguiar, Maria José Vitorino Gonçalves, Armando Alves (no Porto), Carlos Santarém Andrade, Nuno Ribeiro, João Gouveia Monteiro, entre outros.

Nessas suas funções de Secretário de Redação da 'Vértice' recebia, apreciava e selecionava as proposta de colaboração para submeter às reuniões semanais da redação, assegurava a correspondência, coordenava a impressão e expedição da revista, secretariava a realização de diversos encontros e eventos, nomeadamente o "Prémio Literário Vértice".

Publica na revista 'Vértice' largas dezenas de artigos de recensão de livros e revistas, crítica literária ou de espetáculos, bem como poesia e diversos ensaios sobre juventude, movimento estudantil, tendências de desenvolvimento social, etc..

Colabora também no suplemento cultural "Ler e Escrever" do 'Diário de Lisboa', no 'JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias', no suplemento cultural de 'O Diário', no 'Jornal de Notícias', no suplemento cultural de 'O Comércio do Porto', no 'Comércio de Gaia', no 'Jornal das Beiras' e noutros periódicos.

Adere, em 1983, à Juventude Comunista Portuguesa, em Coimbra, sendo "controlado" por Rosa Dias.

Conclui a sua licenciatura em Direito, no ramo de Ciências Jurídico-Económicas, no dia 10.07.1985, com a classificação final de 13 valores.

De entre as pessoas com quem contatou e manteve convívio em Coimbra merecem referência João Pedroso, João Romão, Jorge Almeida, Branca Macedo Varela, Margarida Gaspar, António Augusto Barros, Alexandre Ramires, Soveral Martins, Vasco Santos, Júlio Henriques, Delfim Sardo, Natália Gravato, Helder Coelho, António Pedro Pita, Maria José Ribeiro, Henrique Seixas Meireles, Boaventura de Sousa Santos.

Em 1986 é galardoado com o Prémio Literário Manuel Laranjeira, instituído pela Câmara Municipal de Espinho, por uma obra em poesia com o título de "O Ídolo da Juventude".

Em 15.05.1987 conclui o seu estágio para a advocacia, realizado na cidade do Porto, com uma dissertação sobre o tema "O Direito, a Justiça e a Liberdade", depois publicado pela revista 'Vértice'.

Publica poemas no suplemento cultural de 'O Comércio do Porto' e na revista 'Sempre'.

Participa em reuniões do Setor Inteletual do Porto do Partido Comunista Português, secretariadas por Nelson Amador. Aí estabeleceu cumplicidade com um Armando Castro já bastante idoso. Deixa de militar neste partido em 1986.

É membro da Direção do Cineclube do Porto entre 1986 e 1989, acumulando com o cargo de diretor da sua revista de cultura cinematográfica 'Cineclube'. Aí reencontra Guilherme Figueiredo, fazendo amizade com Danyel Guerra e os irmãos Adriano e Paulo Teixeira de Sousa.

No âmbito das atividades cineclubistas, participa na programação das exibições semanais, bem como na organização de ciclos temáticos especiais e outros eventos. Coordena a edição de todos os materiais de informação e crítica cinematográfica. Visconti, Antonioni, Fassbinder, Tarkovski, Kurosawa.

No final dos anos 1980, a leitura de supetão de toda a obra de Friedrich Nietzsche deixa uma impressão tão profunda que o deixa em estado de levitação física por alguns meses. Deleuze também ajuda.

Abre escritório de advogado, na Rua Formosa, nº 414-4º dtº, na cidade do Porto, em Janeiro de 1988.

Entre Junho e Novembro de 1988 exerce funções, em regime de ocupação temporária, junto do Pelouro de Obras Municipais da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

De Novembro de 1988 a Fevereiro de 1989 exerce funções de revisor de provas tipográficas no jornal 'O Primeiro de Janeiro', à Rua de Santa Catarina.

Interessa-se pelo romance histórico de cariz regional e pelo ethos nortenho.

Entre Fevereiro e Agosto de 1989 é membro da Redacção do jornal diário 'O Século' (Delegação Norte, dirigida por Mário Moreira) e escreve quotidianamente neste periódico, tendo obtido o título provisório de Jornalista Estagiário.

Frequenta a Associação de Jornalistas e Homens de Letra do Porto, onde trava amizade com José Viale Moutinho.

Em Setembro de 1989 inicia funções como Técnico Superior (Jurista) na Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, onde desempenha tarefas de consultoria jurídica no seu Departamento Jurídico.

Actividade literária esparsa, ensaísmo filosófico e político-filosófico, intervenções radiofónicas.

Participa na tertúlia literária do Café Majestic, com António S. Oliveira (A. Dasilva O.), Bernardino Guimarães, Gilberto de Lascariz, Marcelino Valente, Álvaro Holstein Ferreira, José António Afonso e José Emílio-Nelson, entre outros.

Lê e relê Stendhal, Dostoievsky, Hölderlin, D. H. Lawrence, Thomas Mann, Robert Musil, James Joyce, T. S. Eliot, Hermann Broch, Kafka, Céline, Jorge de Sena, Júlio Cortázar, Malcolm Lowry e muitos outros.

Sigmund Freud.

Período de grande descrença nas virtualidades da intervenção política organizada.

É membro do Conselho de Redacção da revista "Última Geração", publicação de vanguarda literária dirigida no Porto por António S. Oliveira. Publica aí numerosos trabalhos poéticos, ensaísticos e algumas traduções.

Participa nas "Conferências do Inferno", organizadas pela revista "Última Geração", no Porto, em 1990 e 1994. Estas conferências tiveram um lugar de destaque na afirmação da geração literária portuguesa que chegou à maturidade já na ressaca da revolução de abril, aí se incluindo Fernando Guerreiro, Paulo Varela Gomes, António Guerreiro e A Dasilva O. Como participantes mais seniores, estiveram ainda presentes João Bernardo, Jacinto Rodrigues, José Paiva e Alberto Pimenta.

Publica um livro de poemas intitulado 'Exílio de Caim' (Black Sun Editores, Lisboa, 1992).

Colabora no volume "Ícones", colectânea de nova literatura portuguesa publicada por Quatro Elementos Editora, Lisboa, 1994.

Dá início à publicação de uma obra de ficção científica - 'Angelus Novus' (Edições Mortas, Porto, 1995).

Participa, durante um breve período, nas actividades do grupo de reflexão e activismo político "Inquietação", no Porto, com Paulo Esperança, Luís Chambel, Tino Flores e Herculano Lapa.

Em 1992 começa a colaborar regularmente na revista comunista 'Política Operária', dirigida por Francisco Martins Rodrigues, com quem se avista pela primeira vez na Estação de S. Bento. É a renovação do compromisso com a ação política e a reflexão teórica na senda aberta pelo pensamento de Karl Marx. Absorvida definitivamente a queda do muro de Berlim, busca agora um novo classicismo marxista, liberto de toda a ganga revisionista do tardo-sovietismo.

Aprofunda continuamente os seus estudos de história e teoria do socialismo, em particular a partir da ascenção do movimento operário no século XIX.

No âmbito das iniciativas da revista 'Política Operária' conhecerá, ou reencontrará, ao longo de muitos anos, Ana Barradas, António Barata, Manuel Raposo, José Mário Branco, Manuel Vaz, Tom Thomas, João Bernardo, Ricardo Noronha, José Manuel Lopes Cordeiro, Miguel Cardina, João Madeira, António Simões do Paço, Raquel Varela, José Neves e muitos outros.

A partir de Janeiro de 1994, passa a assinar com o pseudónimo Ângelo Novo todas as suas obras de carácter literário ou ensaístico.

Colaboração esporádica em 'O Comércio de Gaia' e na revista 'Malasartes' (Coimbra).

Desde 1994 vive maritalmente com Maria Olinda Morais, com quem se casa em Janeiro de 1998.

Estabelece amizade e mantém convívio próximo com gente trabalhadora - pescadores, calceteiros, bombeiros, etc. - passando a apreciar muito melhor os modos populares de sociabilidade e expressividade.

No verão de 1994 assiste em Londres ao grande evento "Marxism", organizado pelo Socialist Workers Party, onde escutou palestras de grandes nomes da inteletualidade socialista anglo-saxónica. Entrevista Chris Harman para a 'Política Operária'.

No verão de 1995 visita Cuba, em pleno "período especial". Vê de muito longe Fidel Castro discursar à multidão.

Publica um volume de tradução de algumas cartas e poemas de Arthur Rimbaud, "Cartas do Visionário e mais Nove Poemas" (Fora do Texto, Coimbra, 1995).

Desde 1996, participa assiduamente na internet em diversas listas de correio electrónico de debate marxista, nomeadamente a Marxist List, animada por Louis Proyect. Aí faz amizade com Nestor Gorojowsky (Buenos Aires), Bruce Hantover (Seattle) e Philip Ferguson (Christchurch - NZ). Diálogo por correio eletrónico com Joseph Green, da revista 'Communist Voice' (Detroit).

Nesse ano de 1996, debate político aceso com o comunista de esquerda francês Claude Bitot nas páginas de 'Política Operária'.

Em Julho de 1997 transfere o seu escritório de advocacia para a sua residência, na Rua Agro de Moinhos, 199, 2º-dtº, Vila Nova de Gaia.

Polémica com Francisco Martins Rodrigues nas páginas de 'Política Operária'. Relação pessoal salva-se in extremis.

É candidato pelas listas da CDU, como independente, à Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia nas eleições autárquicas de 1997 e 2001, convidado por Jorge Sarabando.

Traduz 'O Capitalismo Histórico seguido de A Civilização Capitalista', de Immanuel Wallerstein, publicado em 1999 pela editora Estratégias Criativas.

Publica um volume de ensaios politico-filosóficos sob o título 'O estranho caso da morte de Karl Marx' (Edições Mortas, Porto, 2000).

Firma amizade com o pernambucano Ivonaldo Leite, por ocasião da sua estadia no Porto (1999-2003) para realizar seu doutoramento em Ciências da Educação.

A partir de Maio de 2001 inicia uma investigação aprofundada com vista a escrever uma biografia intelectual de Karl Marx.

Realiza estudos e reflexão ensaística sobre o comunismo e a teoria da transição.

Colaboração esporádica com o boletim eletrónico resistir.info, editado por Jorge Figueiredo, Rui Namorado Rosa e Miguel Urbano Rodrigues.

Faz amizade em Braga com Ronaldo Fonseca, após a leitura e recensão crítica do seu livro 'Marxismo e Globalização', em finais de 2002.

Publica da revista 'Vértice' nº 117, Maio-Junho 2004, um ensaio sob o título 'Que outro mundo é possível?', com propostas estratégicas para a recriação de um movimento comunista global.

A 15 de Outubro de 2004, participa com Francisco Martins Rodrigues e Ronaldo Fonseca num debate sobre "O legado de Marx nos 140 anos da I Internacional dos Trabalhadores", realizado na cooperativa 'Árvore' no Porto.

Em Setembro de 2005, é lançado o primeiro número da revista electrónica 'O Comuneiro', em cujo secretariado da redacção participa, juntamente com Ronaldo Fonseca. A revista publicar-se-á sempre semestralmente, em Março e Setembro. Tornar-se-á, ao longo dos anos seguintes, uma publicação reconhecida no mundo de língua portuguesa como espaço de pesquisa e debate teórico ao serviço do movimento global anticapitalista.

Participa no 4º Colóquio Marx e Engels, iniciativa de âmbito internacional promovida pelo Centro de Estudos Marxistas (CEMARX) do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), que se realizou nesta cidade paulista de 8 a 11 de Novembro de 2005. A sua comunicação é o ensaio 'Constância, transformação e ruptura'. Faz aí amizade com Armando Boito, Caio Navarro de Toledo, Isabel Loureiro, Marcos Barbosa de Oliveira, Sérgio Lessa, Virgínia Fontes, Valério Arcary e vários outros destacados académicos marxistas brasileiros. Alguns deles tornar-se-ão colaboradores permanentes de 'O Comuneiro'.

Paticipa numa série de colóquios promovidos pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, em Mossoró (Novembro 2005), onde então lecionava Ivonaldo Leite. Nessa viagem fez amizade com o físico teórico Francisco Piolho.

Depois de recolher materiais e bibliografia, começa a redigir um ensaio sobre a revolução moçambicana de1975-1986, com uma reflexão mais ampla sobre a existência de uma via original africana para o socialismo.

Publica no nº 22 da revista brasileira 'Crítica Marxista' (Maio de 2006), o ensaio 'Novos rumos do comunismo', contendo algumas propostas teóricas com vista a uma estratégia de superação da ordem social capitalista.

Faz amizade em Lisboa com o filósofo João Esteves da Silva, que se torna colaborador permanente de 'O Comuneiro'.

Morte de Francisco Martins Rodrigues em Lisboa, a 22 de Abril de 2008.

No ano de 2009 inicia investigações sobre a história do pensamento marxista em Portugal, com redação preliminar de alguns capítulos. Organiza um sítio na internet para a publicação anotada de 'Páginas do Marxismo Português'.

Participa no 2º Colóquio "Os Comunistas em Portugal", organizado pela revista 'Política Operária', na Biblioteca-Museu República e Resistência, Lisboa, em 26 de Setembro de 2009.

Participa no 3º Colóquio "Os Comunistas em Portugal" no auditório da livraria Ler Devagar, espaço LX Factory, Alcântara-Lisboa, a 13 de Novembro de 2010.

Faz amizade com Carlos Sampaio, Regina Maneschy e Maria Helena Maia, do círculo comunista 'Que Fazer', de Belém do Pará.

Participa na Conferência Internacional "Greves e conflitos sociais no século XX", que decorreu de 16 a 20 de Março de 2011 na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Publica o artigo 'A agonia de Portugal', no volume 16 da revista 'História e Luta de Classes' (setembro de 2013).

Em 2014 abandona o exercício da advocacia, suspendendo a sua inscrição na Ordem dos Advogados.

De 10 a 25 de outubro de 2014, participa na peça de teatro 'A Tatuagem', com dramaturgia e encenação de José Carretas, levada à cena pela companhia Panmixia, no CACE Cultural do Porto, representando o papel de um inspetor da PVDE nos anos 1940.

Em colaboração com a Panmixia, no início de 2015, desenvolve trabalho coletivo para a dramaturgia da peça 'O Fluxograma Global', prosseguindo depois individualmente esse esforço com vista à escrita de uma peça de teatro.

Em finais de 2015 inicia a investigação para o ensaio 'Democracia, capitalismo e revolução', onde procura firmar as bases teóricas para uma estratégia revolucionária gradualista de transição ao comunismo. O ensaio foi publicado em duas partes, nos números 22 e 23 de O Comuneiro, em março e setembro de 2016, respetivamente.

 

 

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